Por que a mobilidade ativa precisa ser uma prioridade no Brasil
Enquanto o planejamento urbano e o orçamento municipal continuam priorizando o automóvel, os pedestres e ciclistas são prejudicados.
Enquanto o planejamento urbano e o orçamento municipal continuam priorizando o automóvel, os pedestres e ciclistas são prejudicados.
A manutenção privada gera uma noção equivocada do que significa espaço público, gerando ambiguidade da propriedade.
Entenda por que o BRT é um conceito de planejamento fracassado.
A urbanização brasileira foi marcada por um protagonismo do automóvel, negligenciando pedestres, ciclistas e o transporte coletivo. Isso precisa mudar.
Estudo nos EUA conclui que o número de ciclistas é 1,8 vezes maior em ciclovias protegidas do que em ciclovias padrão e 4,3 maior do que em trechos sem ciclovias.
Depois de anos de ceticismo, os carros autônomos emergem com força e começam a redesenhar a mobilidade urbana. Precisamos nos preparar para as mudanças que vêm pela frente.
Os contrastes e semelhanças entre as diferentes cidades na gestão do transporte público coletivo revelam deficiências, pontos de atenção e oportunidades de melhoria.
Segundo pesquisa, a sinalização voltada a motociclistas não pode ser considerada a causa principal para a queda no número de acidentes na capital paulista.
Desenhos de trajetos casa–escola mostram que caminhar desperta alegria, cores e detalhes urbanos, enquanto o carro aparece como o modo menos expressivo. Escutar e incluir essas percepções em políticas públicas é essencial para transformar as cidades em espaços mais seguros e acolhedores.
As crianças americanas estão passando uma parte significativa de seus primeiros anos de desenvolvimento olhando para os tetos internos dos carros e para as telas dos tablets. Esse é um dos muitos efeitos negativos da dependência do automóvel.