Precisamos curar nossa dependência do carro
A urbanização brasileira foi marcada por um protagonismo do automóvel, negligenciando pedestres, ciclistas e o transporte coletivo. Isso precisa mudar.
No capítulo "Eliminação da Exigência de Vagas de Estacionamento", cometemos um erro de digitação que impactou diretamente na interpretação do conteúdo.
5 de junho de 2019No capítulo “Eliminação da Exigência de Vagas de Estacionamento”, do Guia de Gestão Urbana, o autor e editor do Caos Planejado, Anthony Ling, escreve:
“Caso o The Shard fosse construído, por exemplo, em Porto Alegre, ele deveria contar com cerca de 22 mil vagas de garagem, que exigiria uma área construída maior que a do próprio edifício apenas para guarda de veículos.”
No entanto, o correto é que a área seria de cerca de 2,2 mil vagas. Este erro surgiu, provavelmente, de um typo que viria a omitir a vírgula do número 2,2 mil.
Evidentemente que 2.200 é um número significativamente maior que as 48 vagas de garagem do The Shard, mas tamanho erro não é justificável para provar o ponto do texto. Prezamos pela coerência, veracidade e acurácia dos fatos, e aqui reconhecemos o erro e pedimos desculpas pelo ocorrido.
Embora o Guia de Gestão Urbana tenha sido revisado por diversos especialistas antes e depois da sua publicação, apenas agora este erro veio à tona. Desde então nossa política de checagem de dados já se tornou mais robusta mas, mesmo assim, este episódio nos levará a revisar nossos procedimentos de checagem e edição.
Já entramos em contato com a editora do livro, atualizamos a versão para download e editamos a versão publicada em forma de artigo no site Caos Planejado.
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